A maioria das pessoas se associa a um Lions clube para fazer a diferença e ajudar as comunidades. Mas o fato é que elas acabam encontrando muito mais do que esperavam. Então, o que exatamente torna o fato de ser Leão tão especial? Demos uma olhada na nossa mais recente pesquisa de satisfação dos associados para descobrir do que os nossos associados gostam em ser Leões.
- 95% sentem que estão fazendo a diferença.
- 92% desfrutam de oportunidades de companheirismo e diversão.
- 91% sentem-se parte de algo.
- 86% percebem crescimento e desenvolvimento pessoal.
- 80% sentem melhora na autoestima e amor-próprio.
Embora os dados sejam incríveis, não paramos por aí. Também conversamos com vários associados para entender melhor a alegria de ser Leão. Veja aqui alguns dos favoritos:

Terrence “Tebo” Richards
Thistletown Lions Club
Toronto, Canadá
Por que ele se afiliou:
O Tebo presenciou o impacto do trabalho dos Leões - pessoas de todos os tipos de vida transformando a comunidade em um projeto de serviço de cada vez - e quis fazer parte dele.
O que ele encontrou:
O Tebo descobriu que ajudar os outros consegue melhorar o seu próprio estado de espírito. “Se eu estiver me sentindo um pouco para baixo ou deprimido e sair e fazer algo que coloque um sorriso no rosto das pessoas, isso me aquece o coração, sabendo que estou fazendo a diferença como Leão”.

Heidi Haiying
Melbourne Chinese Lions Club
Melbourne, Austrália
Por que ela se afiliou:
A Heidi começou como Leo quando era estudante universitária e morava em Sydney. Há dez anos, ela se mudou para Melbourne, onde não conhecia muitas pessoas. Por ter vivenciado as virtudes do companheirismo como Leo, ela sabia exatamente onde poderia fazer novos amigos. Então, ela se associou ao Melbourne Chinese Lions Club.
O que ela encontrou:
A Heidi encontrou uma grande família no clube. "Passamos bastante tempo uns com os outros. Aprendemos muito. Passamos por muitas coisas juntos. E nos divertimos no percurso. Participamos de diferentes reuniões, saímos para jantar e fazemos viagens curtas", contou ela. Mais importante ainda, encontrou um grupo unido de pessoas que trabalham juntas para tornar o mundo um lugar melhor. "Ser Companheira Leão me proporcionou muitas experiências maravilhosas e uma grande família", concluiu.

Paulo Caceres
Lions Clube de Paiján
Paiján, Peru
Por que ele se afiliou:
A jornada de serviços do Paulo começou como Leo anos atrás, quando o seu professor universitário o incentivou a participar de um clube.
O que ele encontrou:
Como Leo, Paulo constatou que seria necessário falar com as autoridades e outras pessoas da sua pequena cidade para conseguir fazer coisas. Essa foi uma grande façanha para o menino tímido que tinha medo de falar em público.
“Descobri que sabia me expressar. Aprendi que tenho algo a dizer às pessoas. E me apaixonei pela organização", disse. Hoje, Paulo continua expressando suas opiniões como associado do Lions Clube de Paiján e como professor universitário, inspirando as gerações futuras a encontrarem seu caminho no mundo.

Raymond Loh
Werribee Lions Club
Werribee, Austrália
Por que ele se afiliou:
Como jovem empresário, o Raymond teve pouco contato com as dificuldades enfrentadas por outras pessoas da sua comunidade. Isso mudou quando o seu patrocinador o convidou para um projeto de serviço do Lions. Ver as famílias vivendo em condições difíceis o comoveu profundamente. A partir daquele momento, o Raymond soube que queria ser Leão.
O que ele encontrou:
O Raymond se lembra de ter cometido muitos erros quando era um jovem Leão, mas é grato aos líderes seniores que o orientaram neste percurso. E, durante os 35 anos da sua jornada como Leão, ele aprendeu a ser um grande líder. "Uma grande liderança nos dá confiança e a coragem para superarmos os erros e crescer".
Hoje, o Raymond convida outras pessoas a se afiliarem ao clube para que também possam experimentar os benefícios da afiliação e garantir que a organização que ele tanto ama continue crescendo no futuro.

Katie Townsend
Christchurch Lions Club
Christchurch, Nova Zelândia
Por que ela se afiliou:
A Katie, que é autista e apaixonada por aumentar a conscientização sobre a neurodiversidade, se afiliou para apoiar causas que lhe são especiais em um ambiente acolhedor. Ela adora ser Companheira Leão porque qualquer pessoa, independentemente da formação ou aptidões, pode se associar.
O que ela encontrou:
A Katie descobriu um clube solidário que aceitou os seus talentos e a ajudou a prosperar. Ela descreve o clube como "uma grande família feliz", onde pessoas de diversas origens se reúnem
"O meu clube tem me apoiado muito e me recebeu de braços abertos", disse ela. "Quando comecei, eu era bastante tímida. Mas agora eu não paro de falar".
Jenny Maxse é editora sênior da Revista LION.